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Evento científico da APAMT reúne médicos do trabalho, ortopedistas e profissionais da área de reabilitação em Curitiba

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A APAMT parabeniza os 11 médicos paranaenses aprovados na XLII Prova de Título de Especialista!

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27/07: Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

 

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APAMT NA MÍDIA

CAMPANHA PELO DIA 27/07

Confira a campanha promovida pela APAMT no site da Gazeta do Povo nos dias 26 e 27 de julho pela passagem do Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

Confira aqui as peças da campanha

PERFIL DO MÉDICO DO TRABALHO

Natural de Florianópolis, filha de Fátima e Tarcísio, ela professora de educação física e ele artesão, a Dra. Fernanda Cabral Schveitzer cresceu em meio à fabricação de sofás e poltronas junto com a irmã Mariana, na microempresa dos pais. "É um trabalho muito artesanal, todo sob medida, e meu primeiro contato com a especialidade que na época nem imaginava escolher".

Depois vieram os estudos e a opção pela Medicina, cursada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde se formou em 2007. E foi lá que teve o primeiro contato com o saudoso prof. Sebastião Ivone Vieira, com quem viria a estudar novamente durante a especialização de Medicina do Trabalho, cursada anos mais tarde na FURB.

“Mas existe vida além da Medicina” e a Dra. Fernanda conheceu a Conscienciologia, linha cientifica de estudo do autoconhecimento e da consciência, com bases transcendentais. Iniciou o voluntariado que já dura 18 anos e, por esse motivo, mudou-se para Foz do Iguaçu com o marido, Cesar. Ele, que atua como advogado e administrador de empresas, também dedica parte do tempo ao voluntariado.

Na época, a Itaipu lançava seu primeiro processo seletivo para Médico do Trabalho, e foi assim que iniciou na empresa, em 2008, passando pela coordenação do PCMSO. Atualmente ocupa a gerência de Medicina do Trabalho da margem brasileira da binacional. Nesse período, conquistou também o título de especialista pela AMB/ANAMT.

Para equilibrar a rotina, gosta de praticar pilates, RPG e ginástica funcional, de ler sobre saúde, gestão e Conscienciologia, de cinema e de estudar novos idiomas. “Há dois anos Cesar e eu estudamos francês juntos, é uma forma de cultivarmos nosso tempo e aprendermos algo novo”, explica.

Quando não está trabalhando ou voluntariando, seu programa preferido é viajar, seja para conhecer novos lugares e descansar ou para encontrar a família e recarregar as energias na praia do Santinho, na "terrinha" onde cresceu.


Com os pais e irmã

Com o marido Cesar

Simulado de acidente de múltiplas vítimas  (AMUVI) realizado na Itaipu. Crédito: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional

AGENDA

19/08: 4ª Reunião Científica APAMT: Valoração do dano corporal na justiça do trabalho

16/09: 1º Encontro Paranaense de Medicina do Trabalho e Recursos Humanos

30/11 e 01/12: Congresso/Jornada em Foz do Iguaçu. Acesse: http://congressoapamt.com.br/

ANIVERSARIANTES

Aniversariantes de Agosto

01 - Anísio Calasans
01 - Cristiane Suss Ehler
10 - Ricardo Massakazu Aoki
11 - Marcelo De Oliveira
13 - Adriano Hyeda
13 - Vanise Cleto Murta
14 - Carlos Alberto De Oliveira
19 - Teresa Cristina Arduini De Medeiros Rodrigues
22 - Luiz Antonio Setti Barbosa

Aniversariantes de Setembro

03 - Marcos Cesar Merigue
06 - Antonio Ferdinando De Menezes
06 - Sidney Valdir Strapazzon
09 - Rita De Cassia Cruz Romaniow
12 - Carlos Luiz Brandini
14 - Alessandra Cordeiro Rodrigues
26 - Renan Seugling Perisse

ARTIGO

Trabalho noturno

Na região urbana o trabalho noturno é realizado entre as 22h de um dia até as 5h do dia seguinte. Uma hora é computada como sendo 52”30’ de uma hora normal. Segundo a Constituição Federativa do Brasil (1988), art. 7o., é direito do trabalhador noturno a remuneração superior ao trabalhador diurno. A CLT fala em acréscimo de 20% sobre a hora trabalhada e é válido para funcionários empregados de pessoas jurídicas, com fins lucrativos, registrados ou não.

O trabalho noturno pode gerar alguns benefícios ao empregado e ao empregador. Oportunidade de trabalho, salários melhores (pelo adicional noturno) e a possibilidade de realizar trabalhos paralelos durante o dia. Contudo, os malefícios são inevitáveis e o corpo humano não consegue a restauração plena com o repouso diurno.

O homem é uma espécie diurna, adaptada para exercer as atividades durante o dia, na fase clara do ciclo claro/escuro e repousar durante a noite. A repetição dos episódios de sono noturno é caracterizada pelo ciclo sono-vigília que oscila, como todas funções do sistema nervoso. Quando é preciso modificar o horário de descanso, o sono é caracterizado, muitas vezes, por perturbações, na sua estrutura interna e duração, sendo menor que o sono noturno e polifásico, portanto, não restaurador. Estudos mostram que o trabalhador noturno chega a ter 2h a menos de sono.

A privação do sono tem efeito cumulativo e dormir mais horas no dia seguinte não é o suficiente e tampouco o organismo se acostuma com a privação. Medidas comportamentais como: luz intensa no trabalho e uso de óculos escuros ao sair deste, cochilos antes da atividade laboral são atitudes percebidas nesses trabalhadores. Recomendações como: aumento no número de folgas, bem como a transferência temporária para o turno diurno mostraram ser benéficas e registraram menor número de acidentes e no índice absenteísmo, gerando aumento na produtividade.

Dra. Laryssa Reimann
Formada em Medicina pela PUC-PR em 2007, com especialização em Medicina do Trabalho pela UFPR em 2010.
É membro titulada da APAMT /ANAMT.
Atualmente é médica do trabalho responsável pela equipe de saúde ocupacional da caixa de assistência
dos funcionários do Banco do Brasil e médica assistente em perícias trabalhistas.